quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

A sopa do bebé

domingo, 17 de outubro de 2010

E-Book “Semana de Ementas Saudáveis e Económicas”

No âmbito das comemorações do Dia Mundial da Alimentação a APN lança um E-Book que demonstra a possibilidade de se ter uma alimentação saudável por menos de 30€ por semana.

Download aqui

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

A Worksite Vegan Nutrition Program Is Well-Accepted and Improves Health-Related Quality of Life and Work Productivity

Background/Aims: Vegetarian and vegan diets are effective in preventing and treating several chronic diseases. However, their acceptability outside a clinical trial setting has not been extensively studied. The aim of this study was to determine the acceptability of a worksite vegan nutrition program and its effects on health-related quality of life and work productivity. Methods: Employees of a major insurance corporation with a body mass index ≧25 kg/m2 and/or a previous diagnosis of type 2 diabetes received either weekly group instruction on a low-fat vegan diet (n = 68) or received no diet instruction (n = 45) for 22 weeks. Results: The vegan group reported improvements in general health (p = 0.002), physical functioning (p = 0.001), mental health (p = 0.03), vitality (p = 0.004), and overall diet satisfaction (p < p =" 0.003)," p =" 0.04)" p =" 0.03)" p =" 0.004).">Conclusions: A worksite vegan nutrition program is well-accepted and can be implemented by employers to improve the health, quality of life, and work productivity of employees.

Ann Nutr Metab 2010;56:245-252 (DOI: 10.1159/000288281)

quinta-feira, 8 de julho de 2010

The bigest loser - O Peso Certo

Está a passar na Sic Mulher, por volta das 22h30 um concurso muito polémico para quem deseja perder peso. Entre o sensacionalismo americano qb, existem também algumas informações e recomendações importantes sobre alimentação e exercício físico. 

Destaco uma informação do programa de hoje:

Para emagrecer é preciso comer!

terça-feira, 11 de maio de 2010

Perguntaram-me:

Na sua experiência pessoal e profissional o que falta para o ser humano ser feliz?

Bom, nesta questão tentarei inicialmente separar a minha experiência pessoal da minha experiência profissional e, no final da minha resposta, procurarei cozinhar estes dois ingredientes juntos.

Pessoalmente ...

Do ponto de vista profissional, acredito que o ser humano será mais feliz quando estiver disponível para a mudança. Como nutricionistas recebemos muitas pessoas que desejam ter menos peso do que aquele que têm, desejam uma imagem corporal diferente, mais atractiva, adelgaçada, mais atlética até. No entanto, é quase um paradoxo perceber que as pessoas estão disponíveis a dar muito pouco delas mesmas para conseguir os seus resultados. Querem tudo para “ontem”, de forma rápida e se houver uma “pílula milagrosa” que as faça atingir o peso e imagem corporal desejadas tanto melhor! É urgente que as pessoas percebam que para serem felizes as mudanças devem começar nelas próprias e se querem ter menos peso têm de aprender a comer para conseguirem o peso que desejam atingir e manter, se pretendem uma figura adelgaçada têm que fazer exercício físico. É certo que alguns indivíduos têm uma genética favorecedora, mas até esses podem ter um momento na vida a partir do qual o metabolismo muda e a alimentação deve acompanhar essa mudança. É necessária disponibilidade individual para atingir os objectivos pretendidos. Como nutricionistas estamos cá para ajudar, através de informação, da identificação de pequenos obstáculos que possam surgir, das estratégias para os ultrapassar, mas é fundamental que se compreenda que o caminho tem de ser feito por cada um.

E, desta forma, talvez consiga juntar os ingredientes dos meus pontos de vista pessoal e profissional num cozinhado que contribua para nutrir a felicidade do ser humano: uma boa dose do potencial de cada indivíduo, outra porção do momentos diários de felicidade e quilogramas de vontade para mudar na direcção do caminho que nos leva à concretização dos nossos objectivos. Mistura-se tudo, leva-se a lume brando diariamente, acrescentam-se sorrisos e sairá muita felicidade para cada um de nós! Bem-haja!

terça-feira, 4 de maio de 2010

Um chocolate a substituir um lanche?

Desde ontem esta é uma deixa proibida na publicidade


Publicidade a alimentos para crianças tem novas regras. "Temos poder para suspender um anúncio", garante secretário-geral do ICAP
Anúncios a prometer às crianças um chocolate como substituto de uma refeição principal, com personagens de uma série ou um filme a passarem no intervalo imediatamente antes ou depois de o programa ser emitido ou com rodapés com informações sobre o serviço ou produto com letras de tamanho minúsculo estão condenados a desaparecer dos intervalos publicitários.

A publicidade a produtos alimentares dirigida a crianças menores de 12 anos tem, desde ontem, novas regras. Para combater a obesidade infantil, o Instituto Civil da Autodisciplina da Comunicação Comercial (ICAP) lançou um código de auto-regulação da comunicação comercial de alimentos e bebidas dirigida aos mais novos.

Miguel Morais Vaz, secretário-geral do ICAP, garante que o instituto tem agora "poder para suspender um anúncio" caso este viole as regras do código. Não haverá coimas para os anunciantes que não sigam os princípios e as normas, pois os anúncios serão suspensos mal se comprove que não obedecem às regras. Apresentada uma queixa - que pode ser feita por qualquer cidadão, "são dados cinco dias ao anunciante para apresentar um direito de resposta". Mediante a resposta, o júri delibera. "Se decidir suspender, o anunciante tem de apresentar prova da suspensão dentro de 24 a 48 horas", esclarece o representante do ICAP.

Uma vez que o excesso de peso é considerado um problema de saúde pública e as crianças, pela credulidade e ingenuidade, são mais vulneráveis às mensagens comerciais, o ICAP avançou com regras para acabar de vez com mensagens publicitárias enganosas. O código proíbe, entre outras coisas, a promoção de estilos de vida sedentários ou mensagens que adiantem que o produto, bem ou serviço dará à criança vantagens físicas, sociais ou psicológicas em relação a outros da mesma idade. Ou, pelo contrário, que os inferiorize em relação aos colegas por não serem consumidores daquele produto.

São também proibidos anúncios com crianças de peso muito acima ou abaixo do normal, para evitar que aquelas características físicas sejam exemplo de uma conduta alimentar menos apropriada. Ou com menores a aceitarem comida ou bebida de desconhecidos, sem estarem acompanhados pelos pais ou pelos adultos responsáveis por elas.

O ICAP quer os pontos todos nos is. Não será mais consentida publicidade dirigida ao público infantil que sugira consequências ou recompensas que não são verdadeiras ou promovam os excesso de consumo e a má alimentação. A comunicação comercial de alimentos e bebidas dirigida a crianças "deve representar de forma fiel as características materiais do produto".

sábado, 17 de abril de 2010

Systematic review finds no difference in nutritional value of organic vs. conventional foods

Organically produced foodstuffs are not richer in vitamins and minerals than conventionally produced foodstuffs, conclude researchers in a systematic review published in September 2009 in the American Journal of Clinical Nutrition.
With many people believing that organic foods have a higher content of nutrients and thus are healthier than conventionally produced foods, demand for organic produce is on the rise. However, scientists have not been equally convinced that this is the case as the research conducted in the field has not shown consistent results.
In order to assess potential differences in nutrient content between organic and conventional foods, researchers at London School of Hygiene & Tropical Medicine, UK, performed a systematic review of the literature. In such a review, the available scientific literature on the subject of interest is screened and the outcomes of all articles meeting predefined quality criteria analysed in a systematic fashion. Based on the results from such analyses a general evidence-based conclusion can be drawn. In the present review, 162 relevant studies (published 1958-2008) on the content of nutrients and other substances in organic versus conventional foodstuffs were identified, and 55 of these were of satisfactory quality to be included in the review. Studies on both crops and livestock products were considered.
The results of the systematic review only showed a lower nitrogen and higher phosphorus content in organic produce compared to conventionally grown foodstuffs. Contents of the following nutrients or other substances did not differ between the two categories: vitamin C, calcium, potassium, total soluble solids, copper, iron, nitrates, manganese, ash, specific proteins, sodium, plant non-digestible carbohydrates, β-carotene and sulphur.
In an initial phase of the analysis, when all 162 papers were included independently of their quality, organic foods showed higher levels of phytochemicals than did conventionally produced foodstuffs. However, when the quality of the studies was taken into account such association could no longer be detected. The researchers speculate that the differences observed likely resulted from different harvesting times and the use of different fertilisers. They also stated that these differences are unlikely to be of any importance for human health.
In conclusion, organic and conventional foods appeared equal in terms of nutritional value. However, different production methods may give rise to other differences not addressed in this review, e.g. environmental aspects.


Source: EUFIC

terça-feira, 13 de abril de 2010

Cod liver oil (n-3 fatty acids) as an non-steroidal anti-inflammatory drug sparing agent in rheumatoid arthritis

B. Galarraga, M. Ho, H. M. Youssef, A. Hill, H. McMahon, C. Hall, S. Ogston, G. Nuki, J. J. F. Belch


Objectives. Dose-dependant gastrointestinal and cardiovascular side-effects limit the use of NSAIDs in the management of RA. The n-3 essential fatty acids (EFAs) have previously demonstrated some anti-inflammatory and NSAID-sparing properties. The objective of this study was to determine whether cod liver oil supplementation helps reduce daily NSAID requirement of patients with RA.

Methods. Dual-centre, double-blind placebo-controlled randomized study of 9 months’ duration. Ninety-seven patients with RA were randomized to take either 10 g of cod liver oil containing 2.2 g of n-3 EFAs or air-filled identical placebo capsules. Documentation of NSAID daily requirement, clinical and laboratory parameters of RA disease activity and safety checks were done at 0, 4, 12, 24 and 36 weeks. At 12 weeks, patients were instructed to gradually reduce, and if possible, stop their NSAID intake. Relative reduction of daily NSAID requirement by >30% after 9 months was the primary outcome measure.

Results. Fifty-eight patients (60%) completed the study. Out of 49 patients 19 (39%) in the cod liver oil group and out of 48 patients 5 (10%) in the placebo group were able to reduce their daily NSAID requirement by >30% (P = 0.002, chi-squared test). No differences between the groups were observed in the clinical parameters of RA disease activity or in the side-effects observed.

Conclusions. This study suggests that cod liver oil supplements containing n-3 fatty acids can be used as NSAID-sparing agents in RA patients.

KEY WORDS: RA, Fish oil, n-3 fatty acids, NSAIDs


quinta-feira, 8 de abril de 2010

Fruit and Vegetable Intake and Overall Cancer Risk in the European Prospective Investigation Into Cancer and Nutrition (EPIC)

Background: It is widely believed that cancer can be prevented by high intake of fruits and vegetables. However, inconsistent results from many studies have not been able to conclusively establish an inverse association between fruit and vegetable intake and overall cancer risk.

Methods: We conducted a prospective analysis of the European Prospective Investigation into Cancer and Nutrition (EPIC) cohort to assess relationships between intake of total fruits, total vegetables, and total fruits and vegetables combined and cancer risk during 1992–2000. Detailed information on the dietary habit and lifestyle variables of the cohort was obtained. Cancer incidence and mortality data were ascertained, and hazard ratios (HRs) and 95% confidence intervals (CIs) were estimated using multivariable Cox regression models. Analyses were also conducted for cancers associated with tobacco and alcohol after stratification for tobacco smoking and alcohol drinking.

Results: Of the initial 142 605 men and 335 873 women included in the study, 9604 men and 21 000 women were identified with cancer after a median follow-up of 8.7 years. The crude cancer incidence rates were 7.9 per 1000 person-years in men and 7.1 per 1000 person-years in women. Associations between reduced cancer risk and increased intake of total fruits and vegetables combined and total vegetables for the entire cohort were similar (200 g/d increased intake of fruits and vegetables combined, HR = 0.97, 95% CI = 0.96 to 0.99; 100 g/d increased intake of total vegetables, HR = 0.98, 95% CI = 0.97 to 0.99); intake of fruits showed a weaker inverse association (100 g/d increased intake of total fruits, HR = 0.99, 95% CI = 0.98 to 1.00). The reduced risk of cancer associated with high vegetable intake was restricted to women (HR = 0.98, 95% CI = 0.97 to 0.99). Stratification by alcohol intake suggested a stronger reduction in risk in heavy drinkers and was confined to cancers caused by smoking and alcohol.

Conclusions: A very small inverse association between intake of total fruits and vegetables and cancer risk was observed in this study. Given the small magnitude of the observed associations, caution should be applied in their interpretation.

Autthors:
Paolo Boffetta, Elisabeth Couto, Janine Wichmann, Pietro Ferrari, Dimitrios Trichopoulos, H. Bas Bueno-de-Mesquita, Fränzel J. B. van Duijnhoven, Frederike L. Büchner, Tim Key, Heiner Boeing, Ute Nöthlings, Jakob Linseisen, Carlos A. Gonzalez, Kim Overvad, Michael R. S. Nielsen, Anne Tjønneland, Anja Olsen, Françoise Clavel-Chapelon, Marie-Christine Boutron-Ruault, Sophie Morois, Pagona Lagiou, Androniki Naska, Vassiliki Benetou, Rudolf Kaaks, Sabine Rohrmann, Salvatore Panico, Sabina Sieri, Paolo Vineis, Domenico Palli, Carla H. van Gils, Petra H. Peeters, Eiliv Lund, Magritt Brustad, Dagrun Engeset, José María Huerta, Laudina Rodríguez, Maria-José Sánchez, Miren Dorronsoro, Aurelio Barricarte, Göran Hallmans, Ingegerd Johansson, Jonas Manjer, Emily Sonestedt, Naomi E. Allen, Sheila Bingham, Kay-Tee Khaw, Nadia Slimani, Mazda Jenab, Traci Mouw, Teresa Norat, Elio RiboliAntonia Trichopoulou




domingo, 21 de março de 2010

Food Labelling to Advance Better Education for Life

Introducing FLABEL


Here you can find all relevant information and latest news from the EU-funded research consortium that is dedicated for 3 years (2008 – 2011) to establish the role of and identify what can be achieved when communicating nutrition information to consumers via food packaging labels.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Dia do Consumidor - Aprenda a ler rótulos de alimentos pré embalados

O "rótulo" é o "Bilhete de Identidade" de um produto. Além da função publicitária, o rótulo deve veicular informação que ajude o consumidor a fazer uma escolha adequada e a utilizar o produto da forma mais correcta, ao nível de conservação e consumo.
A informação do rótulo deverá ser apresentada de forma completa, verdadeira, esclarecedora e bem clara.

É obrigatório que o rótulo contenha:


Denominação de venda
- Designação do produto pelo seu nome comum (bolacha, carne, gelado, ovos, etc.) ou uma descrição compreensiva do alimento; deve incluir indicação do estado físico do produto (líquido, sólido, …) ou do tratamento específico a que foi submetido (fumado, concentrado, reconstituído, pasteurizado, congelado, liofilizado.);

Llista de ingredientes elaborada por ordem ponderal decrescente ;

Quantidade líquida
ou quantidade de produto contido na embalagem, expresso em volume ou em massa ;

Prazo de validade
é estabelecido pela entidade responsável pela rotulagem - o produtor - e pode ser apresentado de duas formas:

A data limite de consumo é apenas utilizada para produtos que facilmente se deterioram (ex. leite, queijo, etc.) e a expressão utilizada é "Consumir até…", seguida da indicação do dia e do mês;

A data de durabilidade mínima que é aplicada as todos os outros géneros alimentícios através das expressões "Consumir de preferência antes de …" para alimentos quando a data indique o dia (ex. pão de forma, iogurte, …) ou "Consumir preferencialmente antes do fim de" seguida da indicação do mês e ano, para alimentos com uma duração entre 3 a 18 meses (ex. gelados, congelados, arroz, …), ou simplesmente a indicação do ano para alimentos com uma duração superior a 18 meses (ex. conservas de pescado, mel, …).

Condições especiais de conservação, utilização e modo de emprego
. Quando os produtos careçam de especiais cuidados de conservação ou utilização e o seu modo apropriado exija indicações especiais;

Região de origem
quando a sua omissão seja susceptível de induzir o comprador em erro quanto à real origem do produto (exemplo: vinho do Porto, pão de Mafra);

Indicação que permita identificar o lote ao qual pertence o alimento
.

Nome, firma ou denominação social e morada
do produtor, importador ou armazenista, retalhista ou outro vendedor, conforme a entidade responsável pelo lançamento do produto no mercado.

Estão isentos:

Da indicação da data de durabilidade mínima:

- Açúcar;
- Vinho
- Frutos e hortícolas frescos;
- Sal;
- Vinagre;
- Bolos de pastelaria;
- Gelados individuais, etc.

Da indicação da quantidade líquida:

- Os produtos vendidos à peça ou pesados à vista do comprador e sujeitos a perdas consideráveis da sua massa ou volume. Exemplo: alguns tipos de queijo e fruta;

- Os produtos cuja quantidade líquida é inferior a 5gr ou 5ml, com excepção das especiarias e das plantas aromáticas;

- Os produtos habitualmente vendidos por números de unidades, desde que esse número possa facilmente ser contado do exterior ou indicado no respectivo rótulo. Exemplo: ovos.

É obrigatório que o rótulo seja:

Escrito em Português ou, sendo noutra língua, totalmente traduzidas as menções obrigatórias. Exceptua-se a denominação de venda quando não se possa traduzir ou seja internacionalmente consagrada;

As menções obrigatórias devem:

Escritas em caracteres indeléveis, facilmente visíveis e legíveis, em local de evidência e redigidos em termos concretos, claros e precisos, não podendo ser dissimulados ou separados por outras menções ou imagens.

Fonte: Decreto-lei n.º 560/99 de 18 de Dezembro

quarta-feira, 3 de março de 2010

Ayurvedic medicine and renal calculi.

Kieley S, Dwivedi R, Monga M.

Department of Urologic Surgery, University of Minnesota, Minneapolis, MN 55455, USA.

OBJECTIVE: To explore the supportive evidence for the use of Ayurvedic medicine in the management of existing and recurrent nephrolithiasis. METHOD: Nine Ayurvedic medicines commonly utilized in the management of nephrolithiasis were identified by discussions with Ayurvedic practitioners in India. Mechanistic and clinical studies evaluating the use of these agents were identified using the Medline database and bibliographies suggested by Ayurvedic practitioners. The articles were then critically reviewed and summarized. RESULTS: Four in vitro mechanistic studies, eight animal studies, and seven human trials were identified. Phyllanthus niruri has undergone mechanistic in vitro, animal, and clinical trials that support its impact on calcium oxalate crystallization. Preliminary clinical trials have evaluated the role of Dolichos biflorus and Orthosiphon grandiflorus in the prevention of urolithiasis and fish stone as a method of stone expulsion, yet the treatment effect and mechanism of action remains to be elucidated. CONCLUSION: Ayurvedic medicine holds promise as a complementary approach to the management and prevention of nephrolithiasis. The best studied compound is P. niruri. Further controlled randomized clinical trials are justified to support or refute the potential benefits demonstrated in these initial studies.

PMID: 18620498 [PubMed - indexed for MEDLINE]

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Alimentação da mãe influencia positivamente os hábitos alimentares da criança

Um estudo britânico revela que a ingestão alimentar materna durante a gravidez exerce mais influência no hábito alimentar da criança quando comparada com o período pós-natal.
O seu objectivo foi verificar se existem evidências que relacionem a alimentação e a glicemia maternas com o crescimento fetal e sua influência sobre o apetite e a adiposidade da criança.
Segundo os autores, “estudos realizados com animais já mostraram que a exposição fetal a altas concentrações de glicose sanguínea resulta em alterações no apetite dos filhos.
Foram feitas três tipos de comparações sobre o crescimento e comportamento alimentar dos filhos com os pais: relação da alimentação materno-fetal; mãe-filho e pai-filho; e relação materna pré e pós-natal.
Aproximadamente 3 mil casais participaram do estudo, sendo que somente as mães que tiveram um único bebê foram selecionadas (casos de gêmeos ou trigêmeos foram excluídos).
As mães preencheram um questionário de frequência alimentar (QFA) na 32ª semana de gestação. Os pais e mães voltaram a preencher um QFA similar47 meses após o nascimento do filho.
A alimentação das crianças foi analisada quando as mesmas completaram 10 anos de idade, por meio de diários alimentares de três dias, sendo dois dias da semana e um no final de semana. As crianças foram convidadas a comparecer aos 9 e 11 anos de idade paraavaliação da sua composição corporal
Verificou-se que quanto maior o consumo de hidratos de carbono, proteínas e gorduras pela mãe, maior a ingestão pela criança e, portanto, maior o crescimento da criança. Entretanto, esta associação foi mais forte no período pré-natal. Baseados nestes resultados, os autores relatam que “as gestantes devem ser encorajadas a adquirir hábitos alimentares saudáveis durante a gestação para beneficiar o desenvolvimento do feto e o hábito alimentar da futura criança”. A comparação da alimentação do pai com a do filho não apresentou os mesmos resultados. Houve forte associação mãe-filho para a ingestão de proteínas e gorduras e uma fraca associação pai-filho em relação ao consumo de hidratos de carbono.
Com relação ao consumo energético total, não houve forte relação entre mãe-filho nem entre pai-filho. Todavia, quanto maior era o consumo energético da criança, maior era a sua massa gorda.
O principal factor influente sobre a massa gorda da criança foi o consumo de gordura e, para a massa magra, o consumo de hidratos de carbono. Uma vez que os nutrientes ingeridos pela mãe tiveram relação directa nos nutrientes escolhidos pelo filho, a alimentação materna se torna um factor directamente ligado a composição corporal de seus filhos.
“Como as associações de alimentação mãe-filho foram mais fortes no período pré-natal, é possível que isto reflicta efeitos intra-uterinos sobre o apetite da criança, já que a glicose, os aminoácidos e os ácidos gordos são transportados através da placenta”, explicam os autores.

Autora: Iara Waitzberg Lewinski
Referência(s)
Brion MJ, Ness AR, Rogers I, Emmett P, Cribb V, Davey Smith G, et al. Maternal macronutrient and energy intakes in pregnancy and offspring intake at 10 y: exploring parental comparisons and prenatal effects. Am J Clin Nutr. 2010 [First published ahead of print]. Disponível em: http://www.ajcn.org/cgi/rapidpdf/ajcn.2009.28623v2. Acessado em: 16/02/10.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Calendários de Legumes e Frutas

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Consumir Legumes e Fruta na época que a Natureza os oferece traduz-se numa escolha nutricional equilibrada, ambientalmente ecológica, gastronomicamente saborosa e economicamente mais rentável! São só vantagens!

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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Ano Novo Peso Novo!

Janeiro vai agora na segunda semana e, para muitos de nós, ainda estão bem presentes as resoluções para este ano novo que começa. Aproveitemos esse estado de espírito e entreguemos-nos ao desafio:

Ano Novo - Peso Novo!

Conheça algumas estratégias para vencer o jogo do emagrecimento.

Começar um programa de emagrecimento e passar a ter um estilo de vida mais saudável pode ser um desafio, especialmente se você nunca fez isso antes. O primeiro cuidado a ter é o de não esquecer as razões por que está decidiu perder peso. Ter objectivos claros é a maior arma contra qualquer deslize.

Dizer que quer perder 10 kg é um começo, mas será que essa meta vai levá-lo a algum lugar? Você consegue imaginar-se 10 kg mais leve? Faça com que os seus objectivos trabalhem para você! Experimente dizer: “Quero perder 10 kg a tempo de ir para a praia sem constrangimentos este verão." Você não vai desistir de um objectivo desses, certo?

A prática leva à perfeição: dicas para quem está a começar
Pode levar algum tempo até que você se acostume com o novo plano alimentar. Errar é humano! O importante é voltar ao plano e seguir em frente. Persistência é, provavelmente, a atitude mais importante.

Pronto para continuar? As dicas seguintes vão ajudá-lo a seguir em frente.

Criar um menu para a primeira semana é uma sugestão. Isso pode ajudá-lo a estabelecer objectivos tangíveis. É o primeiro passo para o autocontrolo.

Tenha sempre à mão alimentos saudáveis e pouco calóricos e experimente de tudo — pratos exóticos, frutas, grãos etc.

Vigie-se. Prestar atenção à alimentação é fundamental para alcançar o sucesso. Se quiser, durante uma semana, pode anotar tudo o que consome todos os dias. Você vai ficar surpreendido!

Fique satisfeito. Não siga uma dieta muito restritiva. O sentimento de provação vai acabar fazendo com que você desista. Um programa de emagrecimento equilibrado faz com que você emagreça sem passar fome!

Cuidado! Preste atenção aos obstáculos:

• Livre-se de pensamentos do tipo “Estou de dieta”. Você está a satisfazer uma vontade (de emagrecer) e não se privando!

• Cuidado com os velhos parceiros das “farras alimentares”. Mude os programas que costuma fazer com eles ou procure pratos alternativos que vocês possam comer juntos, sem que seja necessário abandonar o seu projecto de perder peso.

• Planeie com antecedência convívios que envolvam comida e lembre-se: toda vez que você se mantém firme ao plano alimentar durante uma festa ou outra situação que o teria feito desistir, você dá mais um passo em direcção ao seu objectivo.


Parabéns por escolher o desafio

Ano Novo - Peso Novo!


quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Alimentação Saudável e Criativa!

Os mercados são, reconhecidamente, locais de venda de alimentos que costumo classificar de próximos da Natureza. Frutas, legumes, hortaliças, peixes são grupos de alimentos frescos e saudáveis, nos quais quase pulam as vitaminas e minerais que neles existem.
A compram destes alimentos ao são de arte vai, muito provavelmente, trazer mais criatividade e sabor na sua confecção.

Obrigada Ângela pelo contributo!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Ano Novo, Vida Nova!

Resolução para 2010: Ter uma Alimentação Saudável

O fim de um ano e o início de outro corresponde, para várias pessoas, a um momento de balanço e tomada de novas resoluções. se é uma dessas pessoas via adorar este post! Se não é, poderá estar a dar uma passo no alcance de mais saúde para este ano que agora começa!! Vamos lá ler isto!

Já fez o balanço da sua saúde? Em particular da área de Alimentação? Como classifica a sua Alimentação actualmente?!
Escolha uma escala de 0-10 ou 0-100 e auto-avalie-se! Tome consciência das suas práticas alimentares. Só assim poderá iniciar os passos da mudança, tendo a consciência de como come diariamente.
Para facilitar o seu exercício clique na ligação abaixo indicada e utiliza o Guia da Nova Roda dos Alimentos para a sua auto-avaliação

Panfleto_Roda_Alimentos

Então já chegou às suas conclusões?!

Ao fim de um dia tem uma Alimentação Completa, ou seja, consome alimentos de todos os grupos?
A sua Alimentação é Equilibrada, isto é, nas porções adequadas?!
Para terminar, a sua Alimentação é Variada, ou seja, alterna, ao longo dos dias, os alimentos dentro do mesmo grupo?!
Limita-se a consumir, no dia-a-dia, alimentos que constam na Roda dos Alimentos ou para si todos os dias são dias de festa, de consumos excessivos, engordurados e açucarados?!

Se respondeu sim a estas perguntas, Parabéns! É já um praticante de Alimentação Saudável!
Se considera que tem pontos a melhorar, Parabéns! Está já a dar os primeiros passos nesse sentido!!
Se tem dúvidas, não hesite! Por mail ou através dos seus comentários, terei todo o gosto em contribuir para melhora a sua Alimentação!

Um saudável e saboroso 2010 para todos