Mostrar mensagens com a etiqueta Educação Alimentar. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Educação Alimentar. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Quinoa e os novos velhos tempos!

Hoje (19.10.2010), o programa Sinais da TSF, de Fernando Alves, a propósito dos tempos que vivemos, fez uma ode à quinoa. Este cereal típico da América central apresenta características nutricionais muito interessantes.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

The bigest loser - O Peso Certo

Está a passar na Sic Mulher, por volta das 22h30 um concurso muito polémico para quem deseja perder peso. Entre o sensacionalismo americano qb, existem também algumas informações e recomendações importantes sobre alimentação e exercício físico. 

Destaco uma informação do programa de hoje:

Para emagrecer é preciso comer!

terça-feira, 11 de maio de 2010

Perguntaram-me:

Na sua experiência pessoal e profissional o que falta para o ser humano ser feliz?

Bom, nesta questão tentarei inicialmente separar a minha experiência pessoal da minha experiência profissional e, no final da minha resposta, procurarei cozinhar estes dois ingredientes juntos.

Pessoalmente ...

Do ponto de vista profissional, acredito que o ser humano será mais feliz quando estiver disponível para a mudança. Como nutricionistas recebemos muitas pessoas que desejam ter menos peso do que aquele que têm, desejam uma imagem corporal diferente, mais atractiva, adelgaçada, mais atlética até. No entanto, é quase um paradoxo perceber que as pessoas estão disponíveis a dar muito pouco delas mesmas para conseguir os seus resultados. Querem tudo para “ontem”, de forma rápida e se houver uma “pílula milagrosa” que as faça atingir o peso e imagem corporal desejadas tanto melhor! É urgente que as pessoas percebam que para serem felizes as mudanças devem começar nelas próprias e se querem ter menos peso têm de aprender a comer para conseguirem o peso que desejam atingir e manter, se pretendem uma figura adelgaçada têm que fazer exercício físico. É certo que alguns indivíduos têm uma genética favorecedora, mas até esses podem ter um momento na vida a partir do qual o metabolismo muda e a alimentação deve acompanhar essa mudança. É necessária disponibilidade individual para atingir os objectivos pretendidos. Como nutricionistas estamos cá para ajudar, através de informação, da identificação de pequenos obstáculos que possam surgir, das estratégias para os ultrapassar, mas é fundamental que se compreenda que o caminho tem de ser feito por cada um.

E, desta forma, talvez consiga juntar os ingredientes dos meus pontos de vista pessoal e profissional num cozinhado que contribua para nutrir a felicidade do ser humano: uma boa dose do potencial de cada indivíduo, outra porção do momentos diários de felicidade e quilogramas de vontade para mudar na direcção do caminho que nos leva à concretização dos nossos objectivos. Mistura-se tudo, leva-se a lume brando diariamente, acrescentam-se sorrisos e sairá muita felicidade para cada um de nós! Bem-haja!

sábado, 17 de abril de 2010

Systematic review finds no difference in nutritional value of organic vs. conventional foods

Organically produced foodstuffs are not richer in vitamins and minerals than conventionally produced foodstuffs, conclude researchers in a systematic review published in September 2009 in the American Journal of Clinical Nutrition.
With many people believing that organic foods have a higher content of nutrients and thus are healthier than conventionally produced foods, demand for organic produce is on the rise. However, scientists have not been equally convinced that this is the case as the research conducted in the field has not shown consistent results.
In order to assess potential differences in nutrient content between organic and conventional foods, researchers at London School of Hygiene & Tropical Medicine, UK, performed a systematic review of the literature. In such a review, the available scientific literature on the subject of interest is screened and the outcomes of all articles meeting predefined quality criteria analysed in a systematic fashion. Based on the results from such analyses a general evidence-based conclusion can be drawn. In the present review, 162 relevant studies (published 1958-2008) on the content of nutrients and other substances in organic versus conventional foodstuffs were identified, and 55 of these were of satisfactory quality to be included in the review. Studies on both crops and livestock products were considered.
The results of the systematic review only showed a lower nitrogen and higher phosphorus content in organic produce compared to conventionally grown foodstuffs. Contents of the following nutrients or other substances did not differ between the two categories: vitamin C, calcium, potassium, total soluble solids, copper, iron, nitrates, manganese, ash, specific proteins, sodium, plant non-digestible carbohydrates, β-carotene and sulphur.
In an initial phase of the analysis, when all 162 papers were included independently of their quality, organic foods showed higher levels of phytochemicals than did conventionally produced foodstuffs. However, when the quality of the studies was taken into account such association could no longer be detected. The researchers speculate that the differences observed likely resulted from different harvesting times and the use of different fertilisers. They also stated that these differences are unlikely to be of any importance for human health.
In conclusion, organic and conventional foods appeared equal in terms of nutritional value. However, different production methods may give rise to other differences not addressed in this review, e.g. environmental aspects.


Source: EUFIC

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Calendários de Legumes e Frutas

Clique na imagem para aumentar

Consumir Legumes e Fruta na época que a Natureza os oferece traduz-se numa escolha nutricional equilibrada, ambientalmente ecológica, gastronomicamente saborosa e economicamente mais rentável! São só vantagens!

Clique na imagem para aumentar

sábado, 26 de setembro de 2009

Primeiro-almoço, uma refeição de Rei

Pequeno-almoço de Rei é uma expressão popular conhecida por muitos. De facto, o pequeno-almoço é uma refeição unanimemente reconhecida pela sua crucial importância na saúde dos indivíduos. As vantagens do seu consumo são tais que há quem lhe chame de Primeiro-almoço, alusão que nos permite concluir que pequeno é coisa que este repasto não deve ser!

Os objectivos nutricionais do Primeiro-almoço são: disponibilizar a energia necessária para uma manhã de actividade e aliviar o período nocturno de jejum prolongado. Desta forma, o Primeiro-almoço revela-se fundamental em qualquer idade, desde os mais jovens, que necessitam da concentração necessária à aprendizagem escolar, aos adultos, que necessitam da mesma concentração para conduzir o seu automóvel até ao lidar com a máquina da fábrica.
Eliminar o Primeiro-almoço provoca hipoglicemia (diminuição do açúcar do sangue), que pode causar: cansaço, perda de força, desfalecimento, visão turva, confusão mental, cefaleias, irritabilidade, alterações do humor, enjoos, vómitos, tremores, problemas da articulação da fala, dificuldade dos movimentos. Compreende agora aquele enjoo matinal? E alguns acidentes que ocorrem logo pela manhã? A responsabilidade não é do Primeiro-almoço, mas antes da ausência desta refeição!

O Primeiro-almoço deverá seguir os princípios da Alimentação Saudável e ser: completo, equilibrado e variado.

As sugestões podem ser várias, mas tenha presentes os seguintes alimentos:

  • Leite, iogurte ou queijo: fornecem proteínas de elevado valor biológico, minerais (cálcio e outros) e vitaminas;
  • Pão, um alimento de eleição, que poderá substituir por papas de flocos de aveia ou outros cereais, cereais de pequeno-almoço (neste caso escolha marcas que não contenham açúcar – esteja atento à publicidade menos autêntica): são fornecedores de açúcares complexos/amido, que permitem o fornecimento contínuo de energia, de acordo com as nossas necessidades ao longo da manhã. A manutenção de um nível estável de açúcar no sangue permite um controlo do apetite. São praticamente isentos de gordura e fornecem proteínas vegetais, ferro vitaminas e fibras;
  • Frutos: 50-200g de fruta fresca, preferencialmente citrinos (laranjas, tangerinas, etc.), frutos de bagas (amoras, framboesas, mirtilhos), quivi, ananás são ricos em vitamina C, beta carotenos e fibras;

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Dia do Nutricionista

Para comemorar o Dia do Nutricionista deixamos uma reflexão sobre as palavras Dieta versus (Re)educação Alimentar!

O termo Dieta tem origem na palavra grega Diaita. Esta expressão descrevia um conjunto de condutas (actividades profissional, de laser, de carácter religioso, outras) que convergiam numa determinada forma de comer. Actualmente, a palavra Dieta está associada a um regime de restrição alimentar, com o objectivo de reduzir/controlar o peso corporal. Na verdade, este sentido restritivo da palavra Dieta leva os nutricionistas a fazerem o seu uso quando querem descrever um regime restritivo e temporário (por alguma patologia específica e não necessariamente o controlo de peso). Por nos parecer uma utilização tão redutora, muitos nutricionistas optam por limitar a sua utilização, escolhendo outras expressões na sua actividade profissional: Hábitos Alimentares e Plano Alimentar.

A expressão Hábitos Alimentares é utilizada para descrever o conjunto de práticas habituais de alimentação de um indivíduo ou de uma população.
Já a expressão Plano Alimentar traduz a prática de um nutricionista, numa abordagem individual, cujo principal objectivo é a (Re)educação alimentar. A reeducação alimentar é o grande segredo para a saúde do indivíduo. Um dos objectivos de traçar um Plano Alimentar é fornecer as ferramentas necessárias para que a pessoa saiba seleccionar os alimentos a consumir ao longo do dia, dosear as quantidades em refeições estruturadas e saber fazer as substituições. Tudo isto para que a alimentação seja equilibrada, sem ser monótona e aumentar a riqueza nutricional. A médio prazo espera-se que a pessoa adquira novos Hábitos Alimentares, passando a ter uma nova visão sobre alimentação. Esta abordagem deve ser contínua e progressiva, visando sempre o bem estar mental e corporal de cada um.

Reeduque a sua alimentação e mostre a você mesmo que é possível ficar de bem com o seu corpo, a balança, e as análises laboratoriais por muito e muito tempo.

( Re)educação Alimentar ↔ Novos hábitos Alimentares ↔ Mais Saúde